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sábado, 16 de julho de 2022

Como começar a entender a superfície de ataque da sua API

 

Os invasores estão visando APIs com grande sucesso. Veja como começar a avaliar sua superfície de ataque de API e minimizar seu risco

Chris Hughes, CSO
09:07 am - 15 de julho de 2022



Vivemos em um mundo de computação em nuvem, dispositivos móveis e microsserviços. Quase todos os aplicativos com os quais interagimos são alimentados por APIs, geralmente muitas, especialmente ao lidar com os principais provedores de serviços em nuvem (CSPs), aplicativos móveis e ambientes de microsserviços. Isso torna as APIs uma parte crítica da superfície de ataque de uma organização.

A Akamai estima que cerca de 83% do tráfego da Internet é baseado em API. Outros estudos, como os da Salt Security, afirmam que os ataques à API aumentaram mais de 600% de 2021 a 2022, e o Gartner prevê que 90% dos aplicativos habilitados para a Web terão superfícies de ataque mais amplas devido às APIs expostas. O último estudo da Imperva afirma que as APIs vulneráveis estão custando às organizações entre US$ 40 e US$ 70 bilhões anualmente.

Outra parte crítica da superfície de ataque da API em expansão é a adoção de Kubernetes e microsserviços. Um estudo descobriu recentemente mais de 380.000 servidores API Kubernetes expostos, o que é preocupante, já que o servidor de API Kubernetes é um componente central do plano de controle para implantações de contêiner. Dito isso, muito pouca atenção é dada à segurança da API, apesar da realidade de que as APIs atuam como a cola que alimenta o ecossistema digital moderno.

As APIs são usadas para acessar e consultar dados, bem como realizar atividades como enriquecimento e modificações de dados como parte dos processos. Isso significa que as próprias APIs devem ser protegidas, assim como os dados que passam por elas.

Essa realidade enfatiza a necessidade de práticas recomendadas de segurança de aplicativos e dados ao trabalhar com APIs. Assim como em muitas outras áreas de tecnologia, a maioria das organizações luta com a simples tarefa de fazer um inventário de suas APIs. Isso significa que a maioria não tem visibilidade de quais APIs elas têm, interagem e são relevantes para sua superfície de ataque.

Organizações como Resurface Labs e Traceable AI começaram a atacar esse problema, mas muito mais trabalho precisa ser feito. É aqui que as organizações devem começar a entender sua superfície de ataque de API e suas possíveis vulnerabilidades.

Como começar a avaliar a superfície de ataque da API

A segurança da API pode ser uma tarefa assustadora para organizações que estão começando, principalmente para grandes empresas com inventários de API extensos. Dito isso, práticas e metodologias sólidas podem ser adotadas para lidar com esse vetor de ataque em grande parte não endereçado. A abordagem requer uma combinação de governança, segurança de infraestrutura e práticas recomendadas em nível de aplicativo para reduzir o risco organizacional.

Um ótimo lugar para começar, além de fazer um inventário das APIs organizacionais existentes, é identificar e entender as preocupações mais comuns de segurança da API. Felizmente, a sempre valiosa comunidade OWASP produziu a lista ‘Security Top 10’ de API. Isso inclui itens como objeto quebrado e autorização/autenticação do usuário, exposição excessiva de dados e falta de limitação de taxa.

A autorização de nível de objeto quebrado é uma construção de nível de código que garante que os usuários tenham acesso apenas aos objetos que eles estão autorizados a acessar. Isso volta ao conceito sempre presente de controle de acesso menos privilegiado, que também é predominante na busca por confiança zero.

A autenticação de usuário quebrada se manifesta em várias formas, incluindo mecanismos de autenticação fracos, a presença de informações de autenticação confidenciais em URLs e preenchimento de credenciais, em que atores mal-intencionados usaram informações de autenticação obtidas para tentar repetidamente explorar interfaces de autenticação. Lidar com essas vulnerabilidades envolve entender os fluxos de autenticação, mecanismos e usar padrões baseados no setor para autenticação.

A exposição excessiva de dados é um problema muito comum. Quando se trata de APIs, essa vulnerabilidade geralmente ocorre quando uma API retorna dados confidenciais em resposta a atividades do usuário que ela não deveria ter exposto. As organizações podem resolver essas vulnerabilidades validando os dados que as respostas da API contêm e garantindo que dados confidenciais não sejam contidos inadvertidamente. As organizações também devem implementar mecanismos de validação de resposta para garantir que dados confidenciais não sejam expostos.

A falta de controles de limitação de taxa está mais ligada ao impacto da disponibilidade dos sistemas do que a um comprometimento da confidencialidade ou integridade, conforme mencionado com algumas das outras vulnerabilidades comuns líderes. Dado que as APIs geralmente funcionam como a cola que une microsserviços modernos, nuvens e aplicativos móveis, todos usados para agregar valor aos clientes e gerar receita, impactar a disponibilidade é uma preocupação significativa. A interrupção dos negócios pode significar perda de receita ou confiança do cliente. Se você estiver no setor público ou na segurança nacional, isso pode ter um impacto nos serviços cívicos críticos e na segurança nacional.

Esses problemas podem parecer óbvios para o profissional de segurança experiente, pois os ataques de autenticação, autorização e negação de serviço (DoS) são comuns. Dito isso, quando você considera algumas das métricas fornecidas anteriormente em relação à prevalência de APIs nas organizações e na Internet, juntamente com a taxa crescente de ataques contra APIs de agentes mal-intencionados, o risco potencial aumenta.

APIs permitem movimento lateral

Dado que as APIs geralmente servem como porta de entrada para aplicativos e ambientes digitais, os ataques contra APIs costumam ser usados para se mover lateralmente entre os sistemas. As APIs podem servir um vetor de ataque inicial e, em seguida, serem usadas para acessar sistemas, cargas de trabalho e dados subjacentes. Isso torna a proteção delas exponencialmente importante. Os principais vetores de ataque para APIs incluem autenticação e autorização em nível de objeto e usuário. Portanto, os atores mal-intencionados não estão atrás das APIs em si, mas dos dados aos quais eles têm acesso e transporte, bem como os sistemas subjacentes aos quais costumam estar à frente.

Mais foco na segurança da API

Embora muitos dos vetores de ataque possam não parecer exclusivos das APIs, eles se tornam muito preocupantes quando você os combina com a presença generalizada de APIs no ecossistema digital moderno. Felizmente, várias tendências estão surgindo, incluindo o aumento do investimento em startups e produtos de segurança de API, mais orientação sobre segurança de API e uma maior conscientização do setor sobre o quão problemáticas as APIs inseguras podem ser.

Se as APIs se tornaram os laços que unem o ecossistema digital moderno, é imperativo, como indústria, garantir que esses laços sejam sólidos e que não tenhamos um ecossistema limitado por chicletes e cordões de sapato. Embora o modelo legado de segurança baseada em perímetro possa ter caído no esquecimento, as APIs ainda servem como uma entrada crítica e ponto de articulação para sistemas modernos. Isso inclui não apenas sistemas voltados para o exterior, mas também sistemas de comunicação interna.

Também estamos vendo esforços para proteger a cadeia de suprimentos de software. Essa cadeia é unida por meio de APIs como o principal método de comunicação entre sistemas orientados por software. Isso aponta a segurança da API como um componente central do ecossistema mais amplo da cadeia de suprimentos de software que também garante segurança e rigor.

Fonte: https://itforum.com.br/noticias/como-a-youse-ganhou-eficiencia-e-reduziu-fraudes-usando-inteligencia-artificial/ 


domingo, 26 de julho de 2020

Garmin a mais de 48 horas fora do Ar

Garmin a mais de 48 horas fora do Ar




Estamos reféns de uma tecnologia, nossos dados de treinos estão na plataforma da Garmin. Treinos no relógio não podem ser sincronizados.

E ai como fica ?  E as nossas localizações os nossos dados a nossa rotina de treinos os nossos indicadores de saúde!

Algumas dicas importantes:

Troque todas as suas senhas de todos os serviços na nuvem;
Desative o Bluetooth do seu relógio e exclua do seu celular o sincronismo;


Invadiram os servidores da Garmin e está pedindo resgate e ai como fica os nossos dados?

Quando a Garmin irá resolver isso?


Meus treinos estão comprometidos.

È muito bom ter o plano B nestes casos, se não te adquira uma outra opção de relógios para monitoramento de atividades.



Por: Carlos #AtletaUnimedFloripaBR

Algumas noticias:



Serviços da Garmin são interrompidos após ataque de ransomware

Empresa congelou serviços de atendimento ao cliente e sincronização de informações do aplicativo para lidar com o problema







Na noite da última quarta-feira (22), usuários dos produtos Garmin, fabricante de smartwatches e dispositivos inteligentes, relataram nas redes sociais erros na sincronização dos aparelhos com o sistema da marca.


Algum tempo depois, a conta indiana da Garmin no Twitter informou que os servidores estavam fora do ar por conta de uma manutenção programada. No entanto, conforme as horas passavam e nada era resolvido, a empresa finalmente teve de admitir que passava por uma interrupção que afetava todas as áreas voltadas ao consumidor, incluindo aplicativos, sites e até o centro de suporte ao cliente.


Garmin India
@Garmin_India
Dear Garmin Users,

Our servers are currently down for maintenance & it may limit the performances of Garmin Connect Mobile & Website, and Garmin Express. We are trying our best to resolve it asap. We seek your kind understanding & apologise for any inconvenience.
Thank You
6:12 AM · 23 de jul de 2020


Garmin Fitness
@GarminFitness
We are currently experiencing an outage that affects Garmin Connect, and as a result, the Garmin Connect website and mobile app are down at this time.
9:14 AM · 23 de jul de 2020


Porém, ao que parece, os erros não estavam relacionados a um processo de manutenção, mas ligados a um ransomware. Isso fez com que a empresa fosse obrigada a encerrar todos os serviços fornecidos.

O fato foi descoberto após vários funcionários da Garmin divulgarem detalhes do ocorrido em suas redes sociais. Alguns deles ainda atribuíram o incidente a um novo tipo de ransomware, chamado WastedLocker, mas não foi possível confirmar isso.

Além de impossibilitar a sincronização dos dados coletados pelos dispositivos, a interrupção fez com que os canais de atendimento por ligação, e-mail e chat online ficassem impossibilitados de atender as demandas dos usuários.



O incidente parece não ter conseguido afetar apenas o sistema da empresa, mas também as linhas de produção. Em um comunicado interno, divulgado pelo site iThome, a empresa informa aos funcionários de que vai realizar manutenções em todas as fábricas da marca localizadas em Taiwan.

Embora o processo, que tem duração prevista de dois dias, não seja atribuído diretamente ao ransomware, fontes do site informam que a manutenção repentina foi motivada por ele. No cenário atual, apenas ataques desse tipo parecem ter efeito destrutivo suficiente para afetar, ao mesmo tempo, serviços online, sites, call centers e linhas de produção ao fazer com que as empresas façam manutenções repentinas para garantir proteção. 

Solução temporária
Para que as atividades recentes não sejam perdidas, usuários compartilham soluções que podem ajudar a salvar essas informações. Para transferir os dados para o Strava, por exemplo, basta conectar os relógios ao computador.

Ao fazer isso, basta navegar pelos arquivos como se o dispositivo fosse um cartão SD. As informações ficam armazenadas na pasta "Activity". Ao acessá-la, procure pelos últimos itens com a extensão ".fit". A partir disso, copie os dados e cole em um local seguro.

O Strava consegue identificar esses arquivos sem qualquer dificuldade, fazendo com que a atividade seja exibida da mesma forma que seria se o upload fosse feito para o servidor da Garmin.

Ransonware
O ransomware é um software malicioso capaz de infectar um computador e sequestrar todos os dados contidos nele. Normalmente, assim que o ataque é bem-sucedido, a tela do aparelho exibe uma imagem exigindo o pagamento de um valor para que os arquivos sejam liberados.

O principal meio de transmissão do ataque é por e-mails com links falsos, mensagens instantâneas e até sites. Outra possibilidade – e que pode ter acontecido com a Garmin – é a exploração de vulnerabilidades presentes em sistemas sem o devido cuidado com atualizações.

Para se proteger, especialistas recomendam que as pessoas mantenham o sistema operacional e os programas instalados sempre atualizados e sempre possua um antivírus ativo, além de realizar varreduras constantes. Mas, acima de tudo, deve-se ter um cuidado extra com qualquer link ou arquivo recebido.


Via: ZDnet





Além dos serviços relacionados aos dispositivos vestíveis, o serviço flyGarmin também saiu do ar por causa do ataque do ransomware. Para quem não sabe, flyGarmin é o serviço Web da empresa que suporta sua linha de equipamentos de navegação para aviação.

Os pilotos disseram ao site ZDNet que não foram capazes de baixar uma versão atualizada do banco de dados de aviação da Garmin em seus sistemas de navegação para aviões. Os pilotos precisam executar uma versão atualizada deste banco de dados em seus dispositivos de navegação como um requisito da FAA. Além disso, o aplicativo Garmin Pilot, que eles usam para agendar e planejar voos, também deixou de funcionar corretamente, causando dores de cabeça adicionais.



Serviço flyGarmin também ficou fora do ar
(Reprodução/ZDNet)




Alguns usuários do Reddit e do Twitter alegam que o ransomware envolvido no ataque se chama WastedLocker, uma nova variante usada por um grupo criminoso que geralmente tem como alvo organizações e empresas dos Estados Unidos. Uma descrição da Malwarebytes, desenvolvedora do popular software de segurança de mesmo nome, sobre este ransomware disponível aqui diz que o grupo responsável geralmente exige pagamentos bem altos de suas vítimas, variando de US$ 500.000 a mais de US$ 10 milhões em Bitcoin.



O site de tecnologia taiwanês iThome compartilhou um comunicado interno da equipe de TI da Garming enviado para as fábricas da empresa em Taiwan que informa que elas passarão por dois dias de manutenção – 24 e 25 de julho.


Fonte: ZDNet, Engadget



quinta-feira, 25 de junho de 2020

Fraude de R$ 30 milhões


Internet banking é invadido

25/06/2020 12:45
MP-RS descobriu o esquema, mas não abriu qual foi o banco que sofreu a brecha.


Polícia fez mistério sobre quem foram os alvos da operação. Foto: MPRS / Divulgação / MP


Uma quadrilha conseguiu invadir a conta bancária de uma grande indústria e realizar transferências no valor total de R$ 30 milhões, com o valor sendo posteriormente lavado com bitcoins.

É o que revelou uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul na manhã desta quinta-feira, 25. A chamada Operação Criptoshow realizou 13 mandados de busca e apreensão relacionados com o caso hoje na região metropolitana de Porto Alegre.

O MP-RS não revelou quem foi a indústria lesada ou o banco fraudado, mas revelou como funcionava o ataque, o que certamente virá a ser uma péssima notícia para a área de segurança de alguma instituição financeira em breve.

De acordo com o MP-RS, os criminosos primeiro se logaram no Internet Banking de uma conta de uma empresa sediada em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre, e programaram 11 transferências eletrônicas.

Então, por meio de uma “sofisticada técnica” sobre a qual o MP-RS não dá detalhes, eles conseguiam fazer com que a  conta indicada ao sistema para a efetuação do débito de R$ 30 milhões fosse não a logada inicialmente, mas sim a conta da grande indústria vítima da fraude.

O dinheiro foi enviado para seis empresas localizadas em Porto Alegre, Cachoeirinha, São Paulo e Porto Velho, em Rondônia, nos dias dias 15 e 16 de abril.

“Seria como se uma conta bancária corporativa tivesse invadido outra conta similar para emitir ordem de débito ao banco em favor de terceiros”, descreve o promotor Flávio Duarte, no que é o resumo de uma cena de pesadelo para qualquer instituição bancária.

As investigações indicaram que se trata de uma organização criminosa integrada pelo correntista máster da conta bancária da empresa de Cachoeirinha, que comandou os desvios e, até pouco tempo, integrava quadro social da empresa beneficiada com R$ 1 milhão no esquema.

Recentemente, esta empresa teve alteração no quadro societário, ingressando uma pessoa com padrão de vida incompatível com as operações da empresa, provavelmente um laranja.

Em paralelo à apuração criminal do MP, a instituição bancária, que arcou com o prejuízo financeiro causado a sua cliente, buscou apurar o destino dos valores subtraídos.

Nesse contexto, descobriu que uma exchange (corretora que faz intermediação de negociação para compra e venda de ativos virtuais) foi destinatária, no dia 16 de abril de 2020, de R$ 11.080.000,00, destinados à aquisição de bitcoins, oriundos justamente de três das cinco empresas beneficiadas com as transferências eletrônicas.

No dia anterior, outros R$ 7.764.927,00, já haviam sido repassados por duas das empresas e revertidos em bitcoins, totalizando, assim, R$ 18.844.927,00.

O promotor Flávio Duarte destaca que é difícil localizar o patrimônio obtido com o crime que venha a ser revertido em criptoativos, uma vez que não há instituição alguma encarregada de realizar ou monitorar as transações.

Fonte: https://www.baguete.com.br

Pagamentos pelo WhatsApp concorrem com o PIX



Pagamentos pelo WhatsApp concorrem com o PIX





Nos últimos anos, as transações financeiras se tornaram mais fáceis e até mais baratas. Envio de dinheiro para amigos, por exemplo, já é feito sem custo em muitos aplicativos mesmo quando envolve bancos diferentes.

Agora, a facilidade chegou ao WhatsApp. A plataforma tem cerca de 120 milhões de usuários no Brasil e o recurso deve ser bastante útil para quem já usa a rede social para vender os mais diversos produtos.

Para ter acesso à facilidade, é preciso aderir à função e ser cliente de um dos bancos participantes – no momento, apenas o Nubank, o Banco do Brasil e o Sicredi. Como as conversas na plataforma são criptografadas, é difícil saber qual o percentual delas são transações comerciais.

Ou seja, a maior vantagem da novidade é clara: a experiência de uso. Afinal, para quem faz uma compra pelo WhatsApp, é muito mais fácil pagar ali mesmo. Ainda não se sabe se a plataforma vai funcionar como carteira digital em algum momento. Por enquanto, as transações serão como uma transferência direta entre contas bancárias já existentes.

É parecido com o que vai acontecer no sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, que começa a funcionar em novembro. Essas novidades são bastante interessantes para o consumidor, que ganha mais opções e pode fazer uma escolha mais adequada a sua realidade.

Uma das maiores preocupações dos usuários do WhatsApp em relação ao novo serviço é a segurança do sistema. Quem vai processar as transações financeiras na plataforma é a Cielo, que já é bastante experiente no segmento. Em nota, a empresa diz que as transações são protegidas por diferentes camadas de segurança. Isso inclui a criptografia do WhatsApp, o PIN do Facebook Pay e a biometria dos aparelhos.

Além disso, a Cielo lembra que os usuários não devem compartilhar códigos de confirmação ou de verificação do WhatsApp nem o PIN do Facebook Pay com terceiros. Outra medida importante é a ativação da confirmação em duas etapas no aplicativo.

Fonte: https://olhardigital.com.br/video/pagamentos-pelo-whatsapp-concorrem-com-o-pix/102301 

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Igor Amorelli quebra recorde e conquista o bicampeonato no Ironman 70.3 Florianópolis






(DANILO CABOCLO) - Igor Amorelli voltou a competir em grande estilo ao vencer pelo segundo ano consecutivo o Ironman 70.3
Florianópolis, realizado neste domingo (28), na Praia dos Ingleses.
Após seis meses de treinamentos devido a periodização mais longa, o catarinense dominou a prova de estreia no ano e de quebra
estabeleceu novo recorde da competição, com 3h46min21seg (3h46min46seg no ano passado), nos 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo
e 21 km de corrida.

"É muito bom voltar a competir depois de um bom tempo e vencer. Eu estava mais preparado do que esperava e estou feliz com o
resultado. Agora é retomar os treinos, pois daqui quatro semanas estaremos aqui de novo para o IRONMAN”, disse Igor Amorelli ao faturar
o seu nono título no circuito mundial, o sétimo na distância 70.3.
A segunda edição do IRONMAN 70.3 Florianópolis movimentou a Praia do Ingleses na manhã deste domingo. Mesmo com tempo fechado e
chuva fina ao longo de todo o percurso, os triatletas de 15 países, entre Elite e Faixa Etária, esbanjaram determinação e garra na abertura
da temporada. O tempo também não afastou o público dentro o Oceania Park Hotel, base do evento, e ao longo dos trechos, vibrando com
os desempenhos dos competidores.

Igor Amorelli foi o segundo a sair da água, logo atrás de Bruno Matheus, assumindo a ponta da corrida já no ciclismo. O catarinense abriu
em relação ao segundo colocado, a francês Ivan Jarrige e soube, no trecho final de corrida, administrar a vantagem para vencer e melhorar
sua própria marca.

Focado na preparação para o Ironman, em maio, Igor mostrou-se contente com o resultado.
“A preparação para o full está no caminho certo e a vitória aqui foi prova disso. Agora é seguir focado, é bom vencer, mas temos que voltar
os treinos, pois o principal ainda está por vir", finalizou.

Resultados 2019 - Masculino:

1) Igor Amorelli (BRA), 3h46min21deg
2) Yvan Jarrige (FRA), 3h49min45seg
3) Bruno Matheus (BRA), 3h51min38seg
Retrospecto de Igor Amorelli nas temporadas 2018/2019:
Ironman 70.3 Florianópolis (28 de abril) - Campeão (2019)
Ironman World Championship (13 de outubro) - 30º lugar (2018)
Ironman 70.3 World Championship (02 de setembro) - 11º lugar (2018)
Ironman 70.3 Steelhead (12 de agosto) - 3º lugar (2018)
Ironman 70.3 Equador (8 de julho) - Campeão (2018)
Ironman Florianópolis (26 de maio) - 2º colocado (2018)
Ironman 70.3 Florianópolis (22 de abril) – Campeão (2018)
Ironman 70.3 Bariloche (11 de março) – 2º colocado (2018)



Todos os títulos de Igor Amorelli no Circuito Mundial Ironman:

Ironman Brasil Florianópolis, Santa Catarina - 2014
Ironman 70.3 Punta del Este, Uruguai - 2015
Ironman 70.3 San Juan, Porto Rico - 2015
Ironman Maastritch, Holanda - 2016
Ironman 70.3 Palmas, Tocantins - 2017
Ironman 70.3 Miami, Estados Unidos - 2017
Ironman 70.3 Florianópolis, Santa Catarina - 2018
Ironman 70.3 Manta, Equador - 2018
Ironman 70.3 Florianópolis, Santa Catarina - 2019

Igor Amorelli conta com os patrocínios da CPH Brasil, Mizuno, Red Bull, Woom e Argon18 e com o apoio da Oakley, Zipp e XTerra
Wetsuites.



Propriedade intelectual do Jornal Página 3 https://www.pagina3.com.br

Para demonstrar mais competência, seja mais confiante

Por,  Jack Nasher

É um sentimento comum: enquanto você está ocupado fazendo um bom trabalho, outros parecem estar avançando muito mais rápido em suas carreiras. O que está acontecendo?


A resposta, em muitos casos, é que suas contribuições não estão sendo vistas e reconhecidas. Uma razão para o motivo de isso acontecer é que as pessoas simplesmente não são boas em avaliar a competência — uma característica crucial para ter sucesso no trabalho — e as percepções de competência são tão importantes para o sucesso quanto a competência real.
Mas os resultados geralmente não falam por si mesmos? Na verdade, não, mesmo quando tudo se resume a números. Considere um vendedor: suas vendas podem aumentar, mas poderiam ter aumentado sem seu esforço devido à qualidade superior de seu produto ou aos esforços de marketing que finalmente renderam frutos. Se as vendas caírem, poderia ter sido como resultado de uma concorrência crescente.
Muitas vezes é difícil isolar os verdadeiros propulsores de desempenho, incluindo o papel exercido pela sorte e pelo nível de dificuldade. Por conta disso, as pessoas tendem a avaliar a competência com base em outros fatores, o que significa que você precisa fazer mais do que produzir resultados para convencê-las de sua boa qualificação. Uma maneira de conseguir isso é demonstrando confiança em suas habilidades.
Um estudo pioneiro de 1982 explorou essa conexão entre confiança e percepções de competência. Os psicólogos Barry Schlenker e Mark Leary pediram que 48 voluntários classificassem a competência (entre outras características) de 60 pessoas imaginárias que estavam disputando um torneio de tênis ou se submetendo a uma prova final de universidade. Os voluntários receberam duas informações cruciais: o que as pessoas imaginárias previram que seu desempenho seria — de muito ruim a muito bom — e o desempenho “real” das pessoas. Em seguida, eles tiveram de avaliar a competência de cada pessoa imaginária.
E eis que a previsão da pessoa teve uma forte influência sobre como os entrevistados percebiam sua competência: os observadores avaliaram as pessoas que fizeram previsões otimistas como muito mais competentes do que seus concorrentes mais modestos, independentemente da precisão dessas previsões e se o desempenho delas realmente foi bom. Mesmo com uma previsão otimista e um resultado sofrível, as pessoas ainda foram classificadas como quase duas vezes mais competentes do que aquelas que previram com precisão seu baixo desempenho. Isso parece sugerir que, se alguém perguntar como você espera que seja seu desempenho, você deve dar uma resposta positiva e confiante. Uma previsão negativa pode fazer com que você seja percebido como nitidamente menos competente — não importa se seu desempenho real seja bom.
Nas últimas décadas, pesquisadores estudaram os efeitos de projetar confiança versus modéstia, chegando a conclusões bastante contraditórias. Entretanto, uma replicação recente do estudo de Schlenker & Leary, de 1982, sustentou aquelas conclusões originais. Descobriu-se que projetar confiança leva a efeitos positivos, mas apenas em cenários não comparativos. Em outras palavras, não há problema em elogiar sua própria competência, desde que você não diga que os outros são incompetentes.
Mas por que as pessoas veem outros que são mais confiantes como mais competentes, mesmo quando o desempenho deles sugere o contrário? Uma explicação é nossa tendência a acreditar no que nos é dito e a confirmar nossas crenças selecionando informações que sustentem essa propensão. A isso damos o nome de viés de confirmação. Se você projetar confiança, os outros tendem a acreditar que você sabe do que está falando e eles filtrarão informações ambíguas (como, por exemplo, o quanto a sorte pode ter lhe ajudado ou prejudicado) para se adequar à impressão inicial dessas outras pessoas.
Embora seja imprudente projetar uma falsa confiança quando você sabe que não terá um bom desempenho, exibir modéstia demais também não lhe fará muito bem. Como vimos no estudo de Schlenker e Leary, as pessoas tendem a punir os agentes humildes, decidindo contra eles e escolhendo os mais confiantes. A modéstia é considerada uma proteção contra possíveis insucessos, uma tentativa de cortar o barato dos críticos. Se os próprios especialistas não confiam em sua capacidade, como alguém mais pode confiar?
A fim de convencer os outros de suas habilidades, você deve criar o hábito de comunicar que é bom no que faz — sem qualquer autodepreciação em relação às suas competências principais.
Contudo, isso nem sempre é fácil de conseguir. Para se sentir mais autêntico ao demonstrar confiança, primeiro você precisa se convencer disso. Pergunte-se: No que eu sou bom? Qual foi meu maior sucesso até agora? Por que os outros deveriam ser guiados por mim? O que eu sei que eles não sabem? Se você tiver dificuldade em responder a estas perguntas, pode ter um problema — como poderá convencer os outros de sua competência se você mesmo não estiver convencido?
“Elogie-se com ousadia”, disse o filósofo Francis Bacon, pois, arrematou ele, “algo sempre persiste”. Se quiser garantir que suas conquistas sejam reconhecidas, pense em como seu gestor e seus colegas veem você e suas habilidades. Você acha que eles têm uma boa noção da sua competência e experiência? Se a resposta for negativa, você pode demonstrar mais confiança em suas tarefas? Isso não significa necessariamente que você deva se exaltar em toda e qualquer oportunidade, mas, sim, projetar uma atitude otimista. Ao demonstrar mais confiança em suas habilidades, você se posiciona de forma a ser reconhecido por sua competência e por suas contribuições.

Jack Nasher é professor da Munich Business School e membro do corpo docente da Stanford University. É consultor em negociação internacional e o psicólogo empresarial mais lido na Europa continental. Seu trabalho foi publicado em periódicos como The Wall Street JournalFast Company e Forbes. Nasher é membro da Sociedade de Personalidade e Psicologia Social e um dos principais profissionais da Associação de Psicólogos Empresariais. Ele já palestrou no TEDx, além de se apresentar como mentalista no renomado clube de ilusionistas Magic Castle, em Hollywood.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Ferramenta útil para remover duplicatas do CRM Salesforce

Olá a todos,

Eu recomendo que você dê uma olhada no CleanCRM da ActivePrime.
É uma ferramenta de de limpeza de duplicados em lote para o Salesforce que funciona dentro do sistema CRM, é uma ferramenta bastante rápida com muitas opções de personalização.
Você pode deduzir em lote qualquer objeto (incluindo contas, contatos, leads, oportunidades) com suas próprias regras escolhidas.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Três perguntas: Gustavo Pinto fala sobre os benefícios da corrida









A proximidade do verão faz com que muita gente queira "tirar o atraso" do ano e praticar uma atividade física, na tentativa de entrar em forma. A corrida continua em alta e nós resolvemos esclarecer algumas dúvidas com o treinador Gustavo Pinto, que comanda uma das principais assessorias esportivas do Estado.
Qualquer pessoa pode começar a correr?Quase todo mundo pode correr. A corrida é universal, de fácil acesso e para todos, porém é importante saber se há algum tipo de contra indicação para sua prática, como alguns tipos de lesão e de enfermidade.
Quanto tempo de treinamento é necessário para encarar uma prova como a São Silvestre, de 15km?Vai depender muito da condição física inicial da pessoa. Corredores ativos conseguem se preparar para uma prova como a São Silvestre com aproximadamente doze semanas de treino.
Quais os benefícios da corrida para o corpo e para a saúde?O principal benefício da corrida para o corpo é o fortalecimento do músculo cardíaco, importante na prevenção de doenças relacionadas ao coração. Outros benefícios estão relacionados à melhora do sistema respiratório, diminuição nos índices de colesterol, emagrecimento, etc.
Nota da colunista: Quem me conhece sabe que fui adepta da corrida por bastante tempo, participando inclusive de muitas provas de rua, meia maratona e do tradicional Revezamento Volta à Ilha. Depois que virei mãe, ficou mais complicado manter a disciplina de treinos, mas pretendo voltar em breve e super recomendo! 
Acompanhe as publicações de Camille Reis
Fonte: DC, 
http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/camille-reis/noticia/2017/11/tres-perguntas-gustavo-pinto-fala-sobre-os-beneficios-da-corrida-10037101.html

NIGHT RUN COSTÃO DO SANTINHO - 2018

Para se mexer em 2018



NIGHT RUN COSTÃO DO SANTINHO - 2018: Data: 27 de Janeiro de 2018
Local:

sábado, 19 de março de 2016

TI do Rio Grande do Sul pede saída de Dilma Rousseff



O Seprorgs e a Assespro-RS, duas das entidades de TI mais importantes do Rio Grande do Sul, publicaram notas nesta sexta-feira, 18, pedindo a saída de Dilma Rousseff da presidência da república.

“Entendemos que os fatos apresentados ao longo desta semana agravaram a crise política e econômica pela qual passa o país, extinguindo as condições de governabilidade da atual gestora”, resume o Serprogs.
O sindicato patronal de TI do Rio Grande do Sul pede “afastamento imediato” da presidente, sem chegar a mencionar a palavra “impeachment”. 
Provavelmente, isso tem que ver com o fato de que, além do processo de impedimento em curso na Câmara de Deputados, a presidente também pode ter sua chapa cassada pelo Supremo Tribunal Eleitoral.
Subscrevem a nota do Serprogs a Ativales, Trino Polo e Polo Sul, entidades regionais de TI dos vales do Rio Pardo e Taquari, Serra Gaúcha e Planalto.
A nota da Assespro-RS não chega a pedir explicitamente a saída de Dilma, mas a implicação fica clara no contexto.
“Os trâmites de impeachment devem ser cumpridos e entendemos que a apuração das denúncias referidas é um ato democrático e republicano”, aponta a nota.
De acordo com a Assespro-RS, o Brasil não pode “aguardar mais pela retomada da economia, da boa governança, da moralidade e pluralidade e especialmente de um ambiente saudável para pessoas e empresas construírem um país melhor e mais justo”.
Tanto Assespro-RS quando o Serprorgs se adiantaram às entidades nacionais de TI em defender a saída da presidente Dilma. 
A Assespro Nacional não fez nenhuma comunicação sobre o assunto (nem o fará, segundo pode averiguar a reportagem do Baguete). A Fenainfo, à qual o Serprogs é filiado, também não se posicionou. 
A Brasscom, talvez a entidade de TI mais poderosa do país, também não falou. 
Os acontecimentos desta semana, na qual o ex-presidente Lula foi nomeado ministro da Casa Civil (no momento, uma liminar barra a posse) e o juiz Sérgio Moro tornou públicas uma série de gravações mostrando os bastidores da administração petista, esquentaram o clima político e afastaram ainda mais o prospecto de recuperação econômica, motivando entidades empresariais a tomar posição.
O movimento foi liderado pela Fiesp, que ainda na quarta-feira, 16, se posicionou publicamente como favorável ao afastamento da presidente Dilma Rousseff. Desde então, sede da entidade na avenida Paulista tem sido iluminado com os dizeres “Impeachment Já” e se tornou um foco dos protestos na capital paulista.
A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) também manifestaram-se nesta quinta-feira pela renúncia de Dilma Rousseff.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) apenas replicou comunicado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em que pede o fim da crise política, mas sem sugerir afastamento de Dilma.

Fonte:  http://www.baguete.com.br/

domingo, 6 de dezembro de 2015

Adobe desencoraja desenvolvedores a utilizarem o Flash




A Adobe está oficialmente encerrando o Flash. Na noite da última terça-feira,1, a empresa anunciou que vai incentivar os desenvolvedores a "utilizarem os novos padrões web", principalmente o HTML 5.
Em um comunicado, a companhia reconheceu a importância do Flash, afirmando que ele "ajudou a empurrar a web para a frente", mas com o crescimento de novas linguagens, decidiu abandonar a plataforma.

Recentemente, o Flash sofreu duros golpes, deixando de ser suportado em diversos navegadores e, praticamente, em todos os smartphones, o que contribuiu para seu declínio.
"Os padrões abertos, como o HTML5, amadureceram e agora oferecem muitos dos recursos que o Flash inaugurou. Nós encorajamos os criadores de conteúdo para construir com os novos padrões da web", explica a Adobe.
Futuro
O Flash não desaparecerá completamente e continuará a ser usado em diversas áreas, como jogos na internet e vídeos. Por isso, a companhia afirmou que está empenhada em “garantir a compatibilidade contínua e segurança de conteúdos Flash". “Vamos trabalhar com o Facebook para ajudar a garantir que conteúdos de jogos Flash na rede social continuem a ser executados de forma confiável e segura", afirmou a Adobe.
Fonte: Olhar Digital, Via Wired  

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Breve lançamento do livro "Na fuga do lobo Guará"




O livro " Na Fuga do Lobo Guará " já esta pronto , este livro conta tudo que o autor " Aurelino da Cunha Pereira, pseudônimo "Chirutropeiro", vivi, ouvi e que viveu, desde a infância até a idade adulta. Conta os causos com uma certa pitada de humor, sobre a vida de antigamente em Sombrio e região, em anexo o livro que foi editado em 1972 " Sombrio: Sua origem, seu povo e tradição".
Você que é filho de Sombriense ou que foi adotado por esta cidade deve conhecer um pouco do nosso passado. Adquira um exemplar pelo Fone (48) 3533-0884 ou E-mail: chirutropeiro@gmail.com Conheça tambem a nossa página da web rádio Somsulnativo com as mais belas musicas tradicionalistas do sul do Brasil www.somsulnativo.com.br



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Anonymous derruba mais de 5 mil contas do Estado Islâmico no Twitter



A principal estratégia do grupo Anonymous parece mesmo ser desarticular a comunicação e a propaganda do Estado Islâmico. Nesta terça-feira, 17, os hackers anunciaram ter conseguido derrubar mais de 5.500 contas do Twitter ligadas à organização terrorista, à qual declararam guerra um dia antes.
"Nossa capacidade de derrubar o EI é um resultado direto de nossos sofisticados hackers, mineradores de dados e espiões que temos em todo o mundo", disse Alex Poucher, porta-voz do Anonymous, à agência de notícias russa RT. "Eles nao têm hackers como os nossos".
De acordo com ele, o grupo Anonymous possui agentes "muito, muito próximos" ao Estado Islâmico em campo, e que tem acesso a ferramentas eletrônicas que "podem ser melhores que as ferramentas de qualquer governo" para combater os terroristas pela internet.
Segundo um relatório da organização Foreign Policy, só neste ano, hackers do Anonymous já tiraram do ar cerca de 150 páginas da web ligadas ao Estado Islâmico. Além disso, o grupo denunciou também cerca de 100 mil perfis no Twitter, aguardando resposta da rede social.

Fonte: Olhar Digital


terça-feira, 17 de novembro de 2015

CA Technologies realmente decidiu sair do mercado de DCIM






Facebook’s DCIM Vendor CA Quits DCIM Software Market


Em tradução livre:

CA Technologies decidiu sair do mercado de gerenciamento de infra-estrutura de centro de dados, onde foi considerado um dos líderes.

A gigante do software de gerenciamento de infraestrutura de TI baseada em Nova York não vai mais vender sua solução autônoma DCIM software, chamado CA DCIM, que foi implantado em centros de dados operados pelo Facebook e NTT-propriedade RagingWire, entre outros.

A categoria relativamente nova de produtos, soluções de software DCIM foram recebidas com muito ceticismo na indústria. Embora os vendedores e analistas dizem que os profissionais dos centros de dados geralmente entendem DCIM melhor hoje do que fizeram até mesmo um ano atrás, que o ceticismo, juntamente com a complexidade e, na maioria dos casos, elevado custo de implantação de DCIM, ainda impedem muitas empresas de adoptar as ferramentas.

De acordo com uma previsão por Jennifer Koppy, diretor de pesquisa da IDC, que acompanha o mercado DCIM, o mercado vai chegar a $ 576.000.000 em receita este ano - um aumento de $ 475.000.000 em 2014. Ele vai ficar perto de US $ 1 bilhão em 2019, crescendo a um composto taxa anual de 16 por cento.

CA DCIM, que foi construída em torno do produto de monitoramento de energia já existente da empresa chamado ecoMeter, foi um dos quatro principais produtos em empresa de pesquisa de mercado Magic Quadrant do Gartner para DCIM no ano passado, juntamente com o software DCIM by Schneider Electric, Emerson Network Power, e Nlyte Software . Gartner caiu CA do quadrante deste ano, publicado em outubro, deixando Schneider, Emerson, e Nlyte como os três líderes remanescentes.

Emerson, de acordo com a IDC, tem a maior quota de mercado DCIM, seguido por Schneider.

Em vez de vender um produto DCIM autônomo, CA incidirá sobre end-to-end de monitoramento de infraestrutura de TI, incluindo coisas como rede, middleware, bancos de dados e até mesmo aplicativos, Fred Weiller, diretor sênior de marketing de produtos para infra-estrutura de Gerenciamento de Portfólio da CA, disse em uma entrevista.

Isto incluirá energia do data center e recursos de monitoramento de refrigeração, as capacidades de ecoMeter, a gênese do CA DCIM. Mas não vai incluir outros componentes de software DCIM, tais como a visualização do layout do centro de dados físico e gestão de ativos, disse ele.

O produto não acabar na tábua de bater porque houve baixa demanda, Weiller explicou. Era mais sobre como alinhar os produtos da empresa com a sua direção estratégica, que é sobre a expansão de alcance em toda infra-estrutura empresarial horizontal.

"DCIM é o que eu chamaria de uma solução verticalmente integrada que tem o componente ativo, o componente de fluxo de trabalho, e, em seguida, o componente de monitoração", disse Weiller. "Nós decidimos que continuar a desenvolver uma solução DCIM mais verticalmente integrada não era o melhor uso dos nossos recursos em termos de fornecer novos recursos para nossos clientes."

CA continuará apoio para sair clientes CA DCIM, incluindo serviços, lançamentos de manutenção, bem como a expansão da capacidade. "Nós vamos tomar muito cuidado com clientes que implantaram essa solução", disse ele.

Fonte: datacenterknowledge

Link: http://www.datacenterknowledge.com/archives/2015/11/16/facebooks-dcim-vendor-ca-quits-dcim-software-market/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=384&sfvc4enews=42&Issue=DCK-01_20151117_DCK-01_971&utm_rid=CPNET000004633552&elq2=4cb0f6bed0574ec38240870c21d25990&cl=article_1_b&NL=DCK-01

sábado, 14 de novembro de 2015

CA descontinuou seu software DCIM, de acordo com relatório do GARTNER







Esta noticia foi publicada dia 11 de novembro de 2015, quarta-feira, no site americano de notícias Datacenter Knowledge e destaca que a CA descontinuou seu software DCIM, de acordo com relatório do GARTNER. Sendo este um site de notícias de destaque, e idôneo no mercado global de data centers.

Destaco o trecho principal da noticia em uma tradução livre:

"Uma grande diferença no Quadrante Mágico Gartner para DCIM deste ano em relação ao ano passado é a saída da CA Technologies. A CA, que foi considerada um das líderes, descontinuou a venda do seu produto CA DCIM, de acordo com o Gartner.

Um dos mais destacados usuários do CA DCIM é o Facebook, que customizou uma versão modificada do software para seu próprio uso.

A CA ainda fornece funcionalidades de gestão de energia e refrigeração como partes de uma solução completa de gestão, e continua oferecendo suporte para clientes existentes do produto isolado CA DCIM, conforme os analistas do Gartner no seu relatório. E encaminha clientes em busca de soluções de DCIM para "soluções alternativas". 



Destaco o trecho principal da noticia:

"One big difference between this year’s Magic Quadrant for DCIM software and last year’s is the absence of CA Technologies this year. CA was considered one of the leaders last year but has discontinued selling a stand-alone DCIM product, according to Gartner.
One of the most notable CA DCIM customers is Facebook, which has deployed a modified version of the software at its data centers.

CA still provides power and cooling management features as part of an end-to-end infrastructure management solution and continues support for existing customers of stand-alone CA DCIM, Gartner analysts wrote in the report. It refers customers looking for stand-alone DCIM to partners for “alternate solutions.”


Noticia na integra pode ser acessada no link - http://www.datacenterknowledge.com/archives/2015/11/11/gartner-dcim-software-better-understood-but-price-and-deployment-concerns-persist/


Fonte: http://www.datacenterknowledge.com 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

HOSPITAL SAMARITANO IMPLANTA DATAFAZ DCIM



A partir do mês de maio, o data center do Hospital Samaritano passa a ser monitorado pela plataforma DataFaz DCIM da Specto. A Sociedade Hospital Samaritano, em Higienópolis - São Paulo, contratou o sistema de DCIM (Data Center Infrastructure Management), DataFaz - DCIM totalmente nacional, com a expectativa de garantir maior disponibilidade e eficiência energética.
 
O software, que analisa em tempo real com visualização tridimensional do ambiente via web, controla todo o data center a partir de sensores e dispositivos implantados na instalação. 
 
A solução do Hospital Samaritano é composta de 8 medidores de temperatura, 4 medidores de inundação tipo cordão (6 metros), 8 medidores de umidade, 8 detectores de Fumaça, 8 sensores discretos (Sensor NA/NF), um multi Medidor Power Logic PM210  (ModBus), bem como Gateways e 2 câmeras Digitais IP PoE (CFTV). Tudo é controlado na central DataFaz em Gabinete 19. 
 
Atento aos avanços da medicina, o Hospital Samaritano, que conta com mais 5.000 médicos credenciados, além de uma equipe de mais de 2.300 funcionários, vem investindo em equipamentos e tecnologia, oferecendo novas especialidades clínicas e cirúrgicas aos pacientes.

Fonte: Datacenterdynamics

terça-feira, 28 de julho de 2015

Os oito erros do suporte ao cliente




O serviço de suporte ao consumidor responde por grande parte da reputação das empresas; conheça os erros mais comuns e como evitá-los


Quando alguém ama ou odeia uma empresa, existe uma grande chance deste sentimento estar relacionado a uma experiência da pessoa com a central de atendimento ao consumidor. O cliente de hoje pode até entender que um produto dê defeito, mas ele espera receber o suporte e a ajuda necessária para resolver o problema, e o mais rápido possível.
O contato direto com os consumidores pode ser o ponto mais frágil de um negócio, portanto é preciso que as empresas tenham um cuidado especial com o atendimento. Os ruídos na comunicação podem trazer problemas para as companhias e também para os clientes do produto ou serviço que não está funcionando, que muitas vezes perde um tempo valioso aguardando a solução de um simples caso por falta de investimento e treinamento dos atendentes.
Para ajudar as empresas a evitarem dificuldades no relacionamento entre o atendimento e os clientes, a LogMeIn elaborou uma lista com os oito maiores problemas do suporte ao consumidor.
1. Tempo de espera
Nada incomoda mais o consumidor do que o tempo de espera de um atendimento por telefone. Alguns chegam a decorar as músicas de espera, o que não traz nada de bom para a reputação da empresa. Desde 2008, é lei que as empresas sigam as normas estabelecidas pelo Ministério da Justiça e Procon para o atendimento ao consumidor – por telefone, o tempo de espera máximo é de um minuto, e no caso de bancos e empresas de cartão de crédito, este número cai para 45 segundos. O descumprimento das regras acarreta multa.
2. Pular etapas
Em um atendimento de suporte via telefone, todas as etapas devem ser seguidas à risca, pois podem comprometer todo o atendimento. Se um produto não está funcionando, a primeira pergunta deveria ser se ele está ligado na tomada, por exemplo. Perguntas básicas, por mais bobas que possam parecer, poupam muito tempo de todos. Recomenda-se criar um passo-a-passo, que deve ser seguido para cada tipo de atendimento.
3. Usar termos técnicos
O cliente não tem vocabulário técnico e não é um especialista no produto, do contrário ele não precisaria entrar em contato com a empresa para pedir ajuda. Criar uma tabela de sinônimos dos termos técnicos e desenvolver explicações simples e diretas ao consumidor são boas saídas. No caso de palavras estrangeiras, deve-se considerar a forma como a palavra é lida em português e onde ela está localizada no produto, sempre com referências bastante diretas de localização.
4. Falta de paciência
Alguns clientes precisam de mais atenção, por simplesmente se comunicarem de forma diferente, e os atendentes devem respirar fundo, falar pausadamente e explicar o passo-a-passo de formas distintas. Muitas vezes, a mesma explicação que funciona para um pode não funcionar para outro, então não adianta usar a agressividade. A equipe de suporte tem que estar preparada para utilizar formas diferentes de enfrentar uma mesma instrução e explicá-las de forma simples e direta.
5. Duvidar do cliente
Seja por falta de preparo do atendente, ou porque o cliente não soube se expressar bem, muitas vezes a equipe de suporte não confia nos problemas apresentados pela pessoa que está pedindo ajuda. Os técnicos nunca devem duvidar do problema apresentado pelo consumidor e precisam escutar com calma, fazer as perguntas corretas e acreditar no que a pessoa está falando do outro lado da linha! A empresa precisa preparar um material com exemplos de tudo o que pode acontecer com um produto ou serviço e a equipe precisa saber como agir no caso do cliente relatar algo que não estava previsto. A equipe deve sempre levar em consideração que, se a pessoa chegou até ao atendimento por telefone, ela realmente precisa de ajuda.
6. Agir como um robô
Não existe nada mais irritante do que falar sobre um problema e receber uma resposta padronizada. Textos prontos e falas padronizadas devem ser evitados ao máximo. Os atendentes podem responder ao cliente usando um vocabulário similar ao utilizado polo mesmo, incluir nas respostas as mesmas palavras e termos utilizados e, dessa forma, criar empatia com o cliente com uma comunicação mais fluida e pessoal, sem esquecer de sempre chamar o cliente pelo nome.
7. Não manter histórico do cliente
Muitas vezes, o sistema do atendente cai, a ligação falha ou o atendimento não pode ser concluído naquele momento. Para evitar que um cliente tenha que explicar toda uma história várias vezes, a empresa deve manter o controle de ligações realizadas e dos atendimentos que precisam de retorno de forma organizada. Desta forma, o histórico do cliente não se perde e os demais atendentes têm fácil acesso ao histórico de atendimentos anteriores. Algumas tecnologias, como a do Rescue Lens, permitem gravar todo o atendimento e guardar no CRM do cliente.
8. Burocracia
Para receber o atendimento telefônico, o consumidor precisa passar por diversas etapas diferentes de gravações, confirmar dados, o modelo do produto que está com problema, isso tudo antes mesmo de chegar ao atendente, que pede novamente todas as informações anteriores. Eliminar etapas antes de o consumidor chegar ao atendente e segmentar as áreas de atendimento em uma única gravação facilita o atendimento, assim como confirmar os dados durante o atendimento ou usar a tecnologia ao seu favor, como no caso dos atendimentos que reconhecem o consumidor e seu histórico apenas por meio do número de telefone do cliente. 
Fonte: Administradores.com

sábado, 18 de abril de 2015

Monitoramento para datacenter DCIM


Data center infrastructure management


Informação é talvez o bem mais precioso que uma empresa ou pessoa pode manter.

Nada mais justo que o seguimento de tecnologia de informação crescer tanto e tão rápido.

Para alguns, um data center é uma sala cheia de racks e servidores, mas para o gerente de TI, um data Center é um conjunto de sistemas como: Climatização, Energia, Segurança, Links, etc.

Visando entender melhor vamos separar em dois grandes grupos, sendo um chamado de ambiente computacional, onde incluímos: Roteadores, switches, servidores, etc. E outro grupo chamado de infra estrutura onde temos: Geradores, No-breaks, Ar condicionado, sensores de fumaça, temperatura e umidade, entre outros.

Para se gerenciar tudo isso é necessário obter informações em tempo real de forma a permitir tomar todas as decisões antecipadamente visando evitar paradas não programadas do sistema.

Assim o monitoramento do datacenter deve incluir todos os subsistemas que são imprescindíveis a sua operação.
Por um lado existem softwares e protocolos de comunicação próprios para o ambiente computacional, capaz de gerenciar: Consumo de banda de rede, uso de discos, uso de memória, temperatura e nível de processamento de servidores, cargas de roteadores e switches, etc.

Como exemplo de protocolo no lado computacional temos um dominante chamado SNMP (Simple Network Monitoring Protocol) em suas três versões e diversos softwares, muitos deles gratuitos e de código aberto que rodam em ambientes Linux, Unix, Windows.

No lado da infra estrutura, também existem soluções de software de monitoramento, com protocolos de comunicação, meios físicos de rede, etc, onde destacamos o padrão Modbus, pertencente à Modicon e amplamente usado em ambiente industrial, sob uma rede serial RS485.

Uma solução DCIM integra as duas interfaces em um único software, permitindo a aquisição de dados e a interação entre os meios.

Uma vez que no ambiente de TI existem profissionais mais familiarizados em tratar e trabalhar com informação, um sistema DCIM precisa então permitir que dados que circulam nas redes dos subsistemas estejam disponíveis através de protocolos conhecidos pelos softwares de monitoramento de TI.

Vamos dar um exemplo para podermos entender melhor as vantagens de um sistema DCIM.
É comum um cliente perguntar ao gerente de um datacenter se é possível colocar mais equipamentos para aumentar o processamento ou armazenamento.
O gerente do datacenter por sua vez precisa analisar diversas informações para dar essa resposta como:
Tenho energia suficiente para isso?
O ar condicionado vai suportar esse aumento de carga?
Meu link irá comportar esse aumento de carga?
Com um sistema com um DCIM essas respostas podem ser respondidas rapidamente e de forma responsável.
Bastaria abrir um software como o  DataFaz e verificar um gráfico com o histórico do consumo de energia e comparado com a energia disponível, ao mesmo tempo pode-se comparar com a temperatura e uso do ar condicionado dos últimos 365 dias e saber se o aumento da carga inserida pode fazer com que o ar condicionado ultrapasse a temperatura máxima desejável, ou se seria necessário incluir novos aparelhos de ar condicionado.
Um software poderia receber todas essas informações e simular automaticamente essas condições, enfim, somente existem benefícios com a implantação de um sistema DCIM.

Mas essa realidade não é tão simples, pois a infra estrutura e o ambiente computacional caminharam por caminhos distintos e hoje são praticamente dois mundos com profissionais e soluções distintas e sem interconexão.

Algumas conceituadas empresas como a Schneider Eletric e a Emerson Power, tem apresentado soluções neste sentido, essas soluções são muito interessantes mas pecam no sentido de que necessitam de que todos os equipamentos da planta sejam do mesmo fabricante, assim ar condicionado, no-break, racks, etc devem ser de uma mesma linha de produtos para permitir essa integração, que pode tornar o custo final alto, além de não atender a um custo aceitável plantas existentes com sistemas heterogêneos.

Por outro lado a Elite Automação com parceiros, nacionais e internacionais, oferece uma solução diferenciada podendo disponibilizar para o usuário toda a integração dos subsistemas através do protocolo SNMP, dando total liberdade ao cliente para usar inclusive o software de gerenciamento que melhor o agrade, não sendo necessário se desfazer do que já existe para ter um sistema DCIM integral.

Vamos analisar uma condição comum em vários datacenter:
O datacenter utiliza um grupo gerador de marca conhecida pois dispõe de QTA (Quadro de Transferência Automático) integrado, dispõe também de um sistema de arcondicionado de precisão, fabricado no Brasil, e possui medidores de energia em todos os quadros elétricos de pelo menos duas marcas e modelos diferentes.

No cenário acima, seria “quase” impossível integrar todos os sistemas por SNMP, pois geradores e medidores de energia normalmente dispõe somente de comunicação serial assim como o ar condicionado de precisão muitas vezes por ser concebido por praticas de automação industrial, não dispõe de comunicação ethernet tampouco SNMP.

Mais com o uso do DataFaz isso é possível. O DataFz integra todos os subsistemas como um gateway visando permitir que o gerente do datacenter possa ter toda informação necessária para poder realmente gerenciar de forma inteligente todos os sistemas e subsistemas de um ambiente de TI.

O DataFaz do Grupo Specto é o Primeiro DCIM 100% Brasileiro, e agora com o lançamento de sua nova versão com gestão de ativos e com uma parceria única na América latina com a Intel qur vai fornecer sua aplicação Intel DCM Energy Director para plataforma DataFaz DCIM. As equipes de Pesquisa & Desenvolvimento das empresas estão trabalhando neste primeiro trimestre de 2015 para integrar as plataformas, que serão oferecidas ao mercado neste semestre. 

DataFaz: Monitoramento e gestão de Data Centers e Ambientes de Missão Crítica.
Desenvolvida por empresas do Grupo Specto, a Plataforma DataFaz é um DCIM(Data Center Infraestruture Management) que realiza o monitoramento, em tempo real, dos parâmetros físicos de Data Centers e outros ambientes de missão crítica. A supervisão é feita via web, tablets ou celulares. A solução engloba o monitoramento de energia (tensão, corrente, potência, circuitos on-off), de umidade, fumaça, poeira, temperatura, infiltrações de água e inundação, controle dos acessos (portas, racks, emissão de senhas) e sistema do CFTV (Circuito Fechado de TV).