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terça-feira, 15 de julho de 2014

Coisas que pessoas de sucesso fazem antes do café da manhã




Levantar da cama, escovar os dentes, tomar banho e se sentar para o café da manhã. Esses são os primeiros passos da rotina matinal da maior parte das pessoas. Mas não para os executivos de sucesso.

Empreendedores de sucesso acordam bem cedo – Na composição de seu livro, Laura perguntou a 20 executivos a que horas eles costumam acordar. O resultado mostra que, de fato, Deus ajuda a quem cedo madruga: 90% deles acordam antes das 6 horas durante a semana. Por exemplo, a diretora-executiva da Pepsi, Indra Nooyi, acorda às 4h30. Indra, indiana radicada nos EUA, diz que gosta de trabalhar na tranquilidade da madrugada.

Muitos se exercitam – Laura Vanderkam descobriu que exercícios físicos fazem parte da agenda matinal de boa parte dos executivos de alto escalão. Alguns, como a diretora da Xerox, Ursula Burns, vai à academia para sessões de ginástica; outros, como Steve Murphy, da Christies, optam por ioga; outro exercício físico bastante realizado é a corrida: um dos adeptos é Frits van Paasschen, da rede de hotéis Starwood, que corre uma hora por dia a partir das 5h30.

E outros meditam – Em seu livro, Laura também conversou com pessoas que gostam de manter a mente sã. Para começar o dia de forma mais calma, alguns preferem ficar por um tempo em um local reservado e meditar. É o caso de Manisha Thakor, da startup MoneyZen, que faz uma sessão de meditação pela manhã, com exercícios de respiração e repetição de mantras.

Eles criam planos e estratégias – De acordo com a especialista, um dos hábitos matinais dos executivos é pensar no futuro da empresa, seja para o decorrer do dia ou no longo prazo. Os entrevistados planejam e traçam estratégias bem cedo porque, durante a manhã, eles estão menos estressados.

Eles criam planos e estratégias – De acordo com a especialista, um dos hábitos matinais dos executivos é pensar no futuro da empresa, seja para o decorrer do dia ou no longo prazo. Os entrevistados planejam e traçam estratégias bem cedo porque, durante a manhã, eles estão menos estressados.

Eles se informam – Saber o que está acontecendo no mundo pode gerar oportunidades de negócio. Por isso, executivos colocam o consumo de notícias entre suas prioridades durante a manhã. Jeff Immelt, diretor-executivo da GE, tem o hábito de ler jornal e assistir à televisão. Já o líder da Virgin nos EUA, David Cush, se informa do que está acontecendo no mundo enquanto se exercita: ele ouve rádio enquanto está na bicicleta ergométrica.

Eles trabalham em atividades prioritárias – As calmas horas da manhã são o momento ideal para trabalhar em um projeto importante, pois a cabeça está "mais fresca" e a chance de ser interrompido é menor.


Fonte: revistapegn.globo

domingo, 13 de julho de 2014

5 razões que deixam os profissionais infelizes





Você tem um ótimo colaborador, responsável por bons resultados, inovação e motivação da equipe. Até que, um dia… Ele não é mais ótimo. Começa a não fazer o que é necessário, faz um certo corpo mole, está basicamente infeliz. Como isso começa a impactar os negócios, você chega à conclusão de que esse profissional não é mais a pessoa mais indicada para fazer parte do time.
E isso é uma pena porque você vai perder um de seus maiores colaboradores – o que certamente não será bom para a empresa. O especialista Les McKeown enumera algumas práticas que levam seu funcionário à insatisfação e como parar com elas antes que isso vire um grande problema.
1. Prioridades que mudam sempre. Elas são um problema porque nada incomoda mais um bom profissional do que um gestor que não se decide ou que muda as prioridades de acordo com a última moda. Você identifica essa situação quando os empregados demonstram enfado quando uma nova iniciativa é apresentada. O que fazer: proponha estratégias de curto, médio e longo prazos e mantenha-as por um tempo razoável.
2. Mediocridade tolerada. Os melhores profissionais deixam as empresas em que há tolerância para quem não faz a sua parte. Eles começam a se distanciar dos outros empregados ou mesmo a desdenhá-los e se mostram insatisfeitos quando os outros ganham prêmios ou bônus. O que fazer: dê objetivos ambiciosos para toda a organização e distribua prêmios (ou consequências, no caso de resultados ruins) para todos, de maneira consistente e justa.
3. Síndrome de prego redondo e furo quadrado. Os melhores gostam de fazer aquilo em que são melhores, não ser usados como quebra-galho. Quando isso acontece, começam a não se engajar com suas tarefas e responsabilidades. O que fazer: repasse, junto com ela, o que quer que essa pessoa faça. Atualize as descrições dos cargos e oriente os melhores para realizarem aquilo que somente eles podem fazer.
4. Subutilização. É parecido com a situação descrita no item 3. Se o funcionário é ótimo, não quer ficar largado de lado. Você identifica esse cenário quando o profissional está “metendo o bedelho” em áreas que não são de sua responsabilidade. O que fazer: peça à pessoa que faça uma lista do que poderia realizar com seu tempo livre. E faça uma análise da sua própria capacidade de delegar – se você tem um excelente profissional que está subutilizado, provavelmente é adepto da microgestão.
5. Eleição de favoritos. A meritocracia é algo crucial, vital mesmo, para os melhores profissionais. Se você demonstra que tem seus empregados prediletos e dá a eles vantagens independentemente dos resultados, os “tops” certamente irão embora. É fácil de identificar essa situação se aquele funcionário que você contratou como um favor para um parente é mais feliz do que o seu melhor profissional. O que fazer: bom, aqui é óbvio, não?
Fonte: revistapegn.globo