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sábado, 20 de setembro de 2014

SEMANA FARROUPILHA DE 07 A 20 DE SETEMBRO DE 2014




Objetivo geral:
Difundir e expandir a cultura gaúcha em geral e os aspectos regionais dessa mesma cultura. Objetivos específicos: - valorizar os diferentes aspectos da formação da sociedade gaúcha e o legado das etnias formadoras; -Destacar e fortalecer aspectos típicos regionais que se referem a hábitos e costumes, como a indumentária, a culinária, as crenças, a música, a dança, etc. - valorizar locais típicos, sítios históricos, belezas naturais, o clima, a pampa, a serra, ou seja, a diversidade natural do Rio Grande do Sul que caracteriza o estado como um cadinho nacional específico e único.
Justificativa: A formação do povo gaucho, constitui-se em uma mescla de raças. Cada etnia formadora (índio, negro, branco europeu, mameluco brasileiro) traz consigo uma bagagem cultural de hábitos, usos e costumes que mesclados caracterizam quem é do sul. O Rio Grande do Sul tem como característica cultural o somatório de todas as etnias que contribuíram para a povoação do estado, e ainda, aspectos típicos que aqui nasceram e se cristalizaram, exatamente em função da convivência dessas etnias.. O gaucho se expressa de formas e maneiras típicas e isso identifica a sua origem. No entanto, cada região do estado apresenta aspectos que lhe dão um colorido próprio: a campanha, as fronteiras sul e oeste, o litoral, as missões, a serra, a região colonial. Cada uma dessas regiões e mesmo cada município terá oportunidade de mostrar tudo aquilo que faz com que tenha orgulho de dizer: EU SOU DO SUL! As características nativas. As belezas naturais. Os sítios históricos. O clima frio. O vento minuano. O céu azul. Tudo isso, e muito mais, será motivo para desenvolver uma infinidade de iniciativas nas escolas, nos CTGs, nos desfiles temáticos, de modo a que seja mostrado tudo aquilo que contribui para o nosso orgulho de ser do sul.
O tema proposto: EU SOU DO SUL, propõe que cada entidade, região ou município desenvolva o tema e elabore um roteiro próprio. Estamos apresentando uma proposta inédita. Até hoje, desde que o temário se tornou orientador da maioria das atividades no estado, durante os Festejos Farroupilhas, neste ano propomos que cada região ou cada município desenvolva o seu temário, sempre no sentido de mostrar que “SOMOS DO SUL” e isso nos faz únicos, especiais, diferentes. O tema proposto para este ano, proporcionará a cada núcleo institucional ou social, desenvolver o seu tema dando destaque para aquilo que é motivo local para o “orgulho de ser gaúcho”. Teremos, no ano de 2014, a oportunidade de reconhecer as mais variadas manifestações culturais e as diferentes formas de expressar o orgulho de dizer: EU SOU DO SUL!

Tema sugestivo para desenvolver as atividades, especialmente os DESFILES TEMÁTICOS:
  1. Nossa gente - formação étnico cultural do gaucho – o gaúcho é um tipo cultural resultante da mescla das culturas das etnias formadoras: índio, espanhol, negro, português, açoriano, mameluco brasileiro, alemão, italiano, polonês, ...
  2. Chimarrão e Churrasco - Os espanhóis na região sul do Brasil, deparam-se com a tribo dos índios GUARANIS, onde foi ofereciam e sorviam uma bebida como testemunho de paz, hospitalidade e concórdia. A bebida ofertada era o chimarrão. Inicialmente, conforme registros, somente os pagés conheciam as propriedades da erva mate: mascando a folha, ou em infusão de água gelada, conhecida como tererê ou água quente o tradicional chimarrão. Também hoje queremos despertar nas prendinhas e nos piás o gosto pela bebida e aprenderem a importância do chimarrão nas rodas de mate entre amigos e a hospitalidade ao se receber alguém em nossa casa ou CTG. O churrasco – Definido como uma porção de carne ou pequeno animal, sem tempero, assada geralmente ao calor da brasa, em espetos ou sobre a grelha. Comida típica gaucha desde o tempo em que o gado era abundante e alçado(orelhano) o churrasco se constitui numa alimentação de facilidade e praticidade.
  3. A música e dança – Através da gaita, do violão, do pandeiro e da voz dos cantores celebramos os costumes do gaucho e enaltecemos as raízes do gaúcho e através de suas letras descrevemos as belezas do nosso estado, e catadas em gêneros e ritmos diferentes. O orgulho de fazer parte do Rio Grande do Sul cantada em versos e prosas é comprovado através dos festivais da musica gaucha promovidos em nosso estado. A dança – Nos rodeios e nos salões mantemos viva a chama da tradição através das danças tradicionais gauchas, das danças de salão, das danças folclóricas como as Birivas, traduzem a alegria e o jeito de ser do gaúcho através da expressão corporal. Grande orgulho de ser do sul representada através da dança está manifestado no maior Encontro de arte e tradição : o ENART.
  4. A indumentária – Podemos dividir a pilcha em dois grandes grupos: os trajes históricos, também chamados trajes de época, e os trajes atuais. A bombacha, o lenço, vestido de prenda, enfim, os trajes gaúchos não deixam dúvidas: somos gaúchos, SOMOS DO SUL!
  5. A bandeira e brasão – A origem da bandeira remonta a República Rio – Grandense, nas cores verde, vermelho, contendo no centro o Brasão de Armas. Bandeira que, orgulhosamente ostentamos em viagens pelo Brasil e exterior. Bandeira que tremula nos eventos, CTGs, instituições e nos destacamos dos demais estados por exibir a bandeira do nosso estado nos estádios de futebol. Estes são símbolos com história característica que remonta ao período da Revolução Farroupilha.
  6. A fisionomia do estado( geografia - A paisagem : O pampa , a serra, o litoral, os vales, cada qual com suas belezas naturais peculiares, que caracterizam cada uma das regiões do estado do Rio Grande do Sul.
  7. A Lide campeira - A atividade pastoril dos gaúchos, tendo no gado a sua principal riqueza, só foi possível à utilização do cavalo, que foi introduzido na região sul pelos espanhóis a partir de 1536 e foram se espalhando pelo estado. Quando chegaram os padres jesuítas, no ano de 1626, encontram os índios charruas e minuanos montando cavalos. No estado o gado foi introduzido em 1634 pelo padre jesuíta Cristobal de Mendoza y Orellana.
  8. Iconografia local - os monumentos espalhados nas praças dos municípios do estado do Rio Grande do Sul, cada um deles tem uma história e uma razão se ser. Especificamente na capital temos a estátua do Laçador, considerada a estatua símbolo do estado.
  9. A poesia e a trova - cantada e declamada em versos, saúdam e enaltecem o nosso estado e nos entusiasmam a dizer com emoção: EU SOU DO SUL!
  10. A revolução farroupilha - episodio que foi o fundador da identidade social. Destacar suas razões e seus lideres é uma forma de reafirmar o nosso orgulho daquele marco histórico.


Fonte: Semanafarroupilha

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Com parcerias com USP e Unicamp, plataforma de cursos online Coursera chega de vez ao Brasil Gustavo Gusmão, de INFO Online



Dona de alguns ótimos cursos de segurança e computação – entre outros temas – dados por professores de universidades renomadas, a plataforma Coursera chegou oficialmente ao Brasil. A empresa responsável pelo serviço firmou parcerias com USP e Unicamp para a criação de conteúdo, e ainda disponibilizou legendas em português para uma parte dos cursos já existentes.
As duas instituições brasileiras focarão, inicialmente, em material voltado principalmente para finanças e empreendedorismo. Segundo comunicado oficial, o país é o quinto que mais leva visitantes à plataforma de cursos, o que, de certa forma, justifica a parceria.
O acordo do Coursera também inclui a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos que já está envolvida há algum tempo com a tradução dos 28 cursos disponíveis em português por ora. A instituição agora criará também os próprios conteúdos, focados no desenvolvimento profissional de professores de educação primária e secundária.
Fora as universidades e a fundação, a empresa ainda firmou parceria com o portal de notícias R7, que ficará responsável por divulgar novos cursos. Os treinamentos feitos por USP e Unicamp, aliás, começarão a ser disponibilizados no começo do ano que vem.
Enquanto o dia não chega, você pode ao menos checar alguns dos materiais que contam com legendas, como o ótimo “Ciência da Computação 101”, dado por um professor de Stanford, e o “História da Internet, Tecnologia e Segurança”, de um docente da Universidade de Michigan.
Mas se você quiser praticar o inglês, há vários outros, incluindo alguns que separamos nas galerias abaixo. Todos rendem ao menos uma declaração de participação, mas dá para garantir um certificado autenticado por uma pequena taxa.


Fonte: Info.abril


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Arqueólogos continuarão a explorar área em que encontraram computador de era anterior a Cristo



Um traje de mergulho inovador permitirá a uma equipe de arqueólogos mergulhar nas profundezas do Mar Egeu em busca de novas relíquias em uma das rotas mais utilizadas na Antiguidade. 
O traje, fabricado no Canadá, permite aos mergulhadores ir até 150 metros, o dobro do possível até agora, e permanecer em profundidade mais tempo do que o habitual, segundo o arqueólogo Theotokis Theodoulou.

"É um instrumento que expande nossas capacidades", declarou Theodoulou.
A equipe trabalhará em Antikythera, a ilha grega onde há mais de um século se achou o computador mais antigo do mundo, um artefato do século II antes de Cristo que servia para registrar os ciclos do sistema solar.
Foi descoberto em 1900-1901 por mergulhadores que buscavam esponjas entre os restos de um navio que aparentemente transportava riquezas para Roma e os investigadores estão convencidos de que ainda se pode achar outras peças.


Fonte: Info.Abril.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

WikiLeaks publica material inédito sobre software de espionagem governamental


O WikiLeaks divulgou nesta segunda-feira (15/9) o quarto vazamento da série “SpyFiles”, cujo objetivo é fornecer uma “extensa e exclusiva documentação sobre a indústria global de vigilância”. O foco principal do acervo é relatar abusos cometidos sobretudo por agências governamentais de inteligência que usam softwares espiões, os chamados spywares. Os alvos são na maioria das vezes jornalistas, ativistas e dissidentes políticos. A organização disponibilizou hoje os arquivos do FinSpy para análise técnica de quem tenha interesse, e publicou também uma grande quantidade de dados sobre a empresa que atualmente o controla, a alemã FinFisher, nome pelo qual o programa também é conhecido.

“A FinFisher continua a operar descaradamente na Alemanha, vendendo malware de vigilância transformado em arma para alguns dos mais abusivos regimes do mundo. O governo Merkel finge estar preocupado com a privacidade, mas suas ações dizem o contrário. Por que o governo continua a proteger a FinFisher? Essa liberação completa de dados vai ajudar a comunidade técnica a construir ferramentas para proteger as pessoas da FinFisher, inclusive rastreando suas centrais de comando e controle”, escreveu no relatório Julian Assange, editor-chefe do WikiLeaks.
Até o final do ano passado, o malware era produzido legalmente no Reino Unido pela companhia Gamma International, que se diz especializada em tecnologias de monitoramento remoto, mas que na prática fornece soluções para vigilância ou espionagem. O produto vendeu tanto que uma outra empresa acabou sendo criada com seu nome. Segundo estimativas conservadoras, a fabricante já lucrou 50 milhões de euros com a comercialização de diferentes licenças de uso do FinSpy, bem como com a venda conjunta de diversos outros serviços de suporte.
As técnicas de infecção são silenciosas e sofisticadas, passando despercebidas pelos antivírus. Os métodos não seguem qualquer tipo de ética: no ano passado, por exemplo, os arquivos maliciosos foram nomeados com referências ao navegador Firefox, de forma a induzir o internauta de que se tratava de um download confiável. A Mozilla respondeu imediatamente e mandou uma carta a FinFisher pedindo para que parasse imediatamente com a prática. Uma vez infectado, praticamente todas as atividades realizadas no computador ou celular podem ser interceptadas.
O uso generalizado do spyware por diversos órgãos de inteligência veio à tona em 2011, e desde então a lista de clientes só aumentou. Segundo este importante relatório de 2013 feito pelo Citizen Lab, laboratório vinculado à Universidade de Toronto, 36 países usavam ou usaram a ferramenta de espionagem. Entre os 100 clientes listados pelo WikiLeaks, a organização destaca a Mongólia, que acaba de ganhar uma cadeira na Freedom Online Coalition, uma coalizão de governos que se dizem comprometidos com os direitos humanos e a privacidade na internet. Países como Itália, Holanda, Bélgica e Austrália estão entre os envolvidos, e governos autoritários como o do Egito e do Bahrein usaram o spyware contra ativistas para tentar conter a onda de protestos da Primavera Árabe.



Fonte: Revistagalileu.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Quanto tempo leva até algo se transformar em um hábito?



Você já deve ter lido por aí sobre o número mágico da formação de hábitos. De uma nova dieta até um novo caminho para o trabalho, muitos textos de lifehacks e livros de especialistas no assunto falam em 21 dias. Isso mesmo: bastariam 21 dias de uma atividade repetida para que ela se tornasse um hábito.
Só que parece muito fácil, né? O psicólogo Jeremy Dean também achou. Autor do livro Making Habits, Breaking Habits: Why We Do Things, Why We Don't, and How to Make Any Change Stick, sobre como o cérebro funciona quando precisa automatizar escolhas, criando hábitos, e o quão difícil é se livrar de hábitos antigos e substituí-los pelos novos, ele fala sobre alguns estudos que dão embasamento científico real pra um possível número de dias necessário pra se formar um hábito.
De acordo com os estudos mencionados por Dean no livro, leva em média 66 dias para que alguém adquira um novo hábito, ou seja, comece a fazer algo que antes não era costume de maneira automática. Mas esse número é uma média e ele variou bastante de indivíduo para indivíduo e, claro, dependendo do hábitos. Beber um copo de água depois do café da manhã demorou cerca de 20 dias pra se transformar em hábito. Exercitar-se levou 84 dias para virar hábito para um dos participantes de um estudo.
Ou seja: se seu objetivo for simples, tipo comer uma fruta no café da manhã, pode ser que se torne um hábito mais rapidamente. Mas, embora pareça óbvio, esqueça os 21 dias caso você queira mudar algo drasticamente: vai ser preciso bem mais que isso.


Fonte: Revistagalileu.globo

domingo, 14 de setembro de 2014

Militares serão um quarto da delegação brasileira no Rio 2016


Forças Armadas preveem contribuir com cerca de 100 dos 400 atletas brasileiros


Criado em 2008 para fortalecer o desporto militar, o programa de incorporação de atletas de alto rendimento às Forças Armadas extrapola o objetivo inicial, vira peça importante na preparação para as Olimpíadas do Rio e deve formar um quarto da delegação brasileira nos Jogos de 2016. Essa é a previsão do Ministério da Defesa, que estipula a presença de 100 atletas militares no evento — o Comitê Olímpico Brasileiro prevê um total de 400 esportistas do país na competição —, praticamente dobrando o número de Londres-2012, quando foram 51.

Na semana passada, o Brasil conquistou quatro medalhas no Mundial de Judô de Chelyabinsk, na Rússia. Todos os atletas que subiram ao pódio (Mayra Aguiar, Erika Miranda, Maria Suelen e Rafael Silva) são militares. Uma parceria de sucesso que já havia sido comprovada nos Jogos Olímpicos de Londres, quando a seleção brasileira trouxe quatro medalhas na bagagem.

O judô foi uma das primeiras modalidades a aderirem ao projeto e colhe frutos da estabilidade proporcionada pelas Forças Armadas. O projeto, idealizado em 2008 pelo Ministério da Defesa, em parceria com a pasta dos Esportes, visava formar uma equipe militar de respeito para o Brasil disputar, em casa, os Jogos Mundiais Militares de 2011, no Rio de Janeiro. As convocatórias começaram na Marinha e foram seguidas pelo Exército. E o resultado foi além do esperado: de 31º lugar em 2007, na Índia, o Brasil pulou para a primeira colocação no quadro geral de medalhas em 2011.

Para participar do programa, os atletas ranqueados nacionalmente em suas modalidades precisam se inscrever para ocupar as vagas de especialista em atletismo de alto rendimento. É uma carreira militar temporária, que pode durar até oito anos, sendo revista anualmente de acordo com os resultados obtidos. Até hoje, houve 10 convocações na Marinha, seis do Exército e uma da Força Aérea, que aderiu ao projeto neste ano.

Mais de 500 atletas de 17 modalidades entraram nas Forças Armadas desde 2008. “Para o desporto militar, foi um saldo qualitativo e quantitativo muito grande”, avalia o major-brigadeiro Carlos Augusto Amaral Oliveira, que dirige a Comissão Desportiva Militar do Brasil. “São atletas que vêm prestar um serviço militar e temos que. fazer uma coordenação para que ambos os objetivos sejam atingidos”, explica.


Na prática, os atletas podem seguir o treinamento em seus clubes normalmente, mas cientes de que terão competições militares a realizar ao longo do ano. Antes desses eventos, são convocados e passam um período concentrados nos centros esportivos das Forças Armadas espalhado pelo país. O calendário é agendado com a anuência das confederações esportivas e dificilmente causam choque de competições.

“É uma combinação muito boa (a dos atletas com os militares)”, avalia a judoca brasiliense Erika Miranda, medalha de bronze no Mundial de Judô e militar da Marinha desde 2009. “O emprego como militar nos passa tranquilidade para realizarmos o treinamento ”, explica a atleta. “Sempre fomos recebidos muito bem nas Forças Armada. Ficamos à vontade para trabalhar e competir”, complementa o também bronze no Mundial de Judô Rafael Silva, sargento do Exército desde 2011.

Fonte: df.superesportes

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